terça-feira, 25 de setembro de 2007

Exercício 03 - Site do IBRAU

1. Quais as dicas mais importantes para o empreendedor que busca ter um site?

Ele quer ganhar dinheiro ou apresentar seu site a um concurso de web design? Obviamente, é possível combinar as duas coisas (custa bem mais caro), mas se ele quer ganhar dinheiro com seu site (desde que divulgado adequadamente), seja simples, objetivo e concreto.

Quanto ao conteúdo

  • Não "enrole": apresente uma breve descrição dos seus serviços na primeira página. Quem entrou no seu site procurando solução ao seu problema tem de saber, rapidamente, se você é a (ou uma das) pessoa ou empresa certa para satisfazer sua necessidade de solução.
  • Não "encha a barriga": se você tem uma empresa de controle de pragas, por exemplo, não tente aumentar artificialmente o conteúdo explicando que já no Egito antigo existia a preocupação com controle de roedores, ou que as baratas existem há mais de 300 milhões de anos.
  • Evite tecnicismos: é preferível dizer "Oferecemos seis meses de garantia" a dizer "Nós utilizamos Peróxido de Carbamida a 20%". A menos que o leitor seja engenheiro químico, não vai ter a menor idéia do que você está falando.
  • Transmita confiança: é altamente recomendável apresentar referências e depoimentos (cuja autenticidade possa ser confirmada) sobre seus serviços.
  • Enfatize seu diferencial com as empresas concorrentes: se, por exemplo, você tem uma empresa de mudanças, devidamente registrada, com funcionários próprios, uniformizados e treinados, esclareça ao seu visitante quais os riscos de contratar uma empresa "fundo de quintal", mesmo que seja mais barato.
  • Escreva corretamente: na internet, você é o que você escreve. Um site de uma loja supostamente refinada não pode, como nós vimos, apresentar um "Açucareiro em inox c/ culher (SIC)".
  • Identifique-se corretamente: se você quer ser encontrado pelo mecanismos de busca, forneça um título e uma descrição precisa para seu site.

Quanto à apresentação

  • Cuidado com as cores! Uma parcela significativa da população -cerca de 20%- apresenta deficiências na percepção das cores. Utilize, basicamente, cores primárias. Prefira fundo claro e cores escuras para as fontes. Fantasia é para o Carnaval.
  • Use, no máximo, duas fontes de fácil leitura (como Arial) para todo o site. Fuja de fontes exóticas (cursiva, gótica, etc).
  • Evite objetos em movimento, que distraem o leitor. Muitos objetos em movimento, então, nem pensar.
  • Apresente fotos só se tiverem relação direta com o assunto, e se a foto tiver excelente qualidade e boa estética.
  • Você lembra as manifestações de repúdio dos paulistanos quando os caminhões de distribuição de gás anunciavam sua chegada com a versão eletrônica de "Pour Elise"? Não faça o mesmo no seu site: evite músicas de fundo.


2. O que é a lei de Fitts?

A Lei de Fitts, formulada em 1954 é um modelo de comportamento psicomotor baseado em tempo e distância, aplicável ao movimento humano desde que rápido, dirigido e unidimensional. Explicada simplesmente, a Lei de Fitts estabelece que o tempo necessário para efetuar um movimento é afetado pela distância e a precisão que o alvo requer para ser acertado.
As conclusões da Lei de Fitts devem ser observadas ao projetar a distribuição de elementos "clicáveis" na tela ( ícones, links, etc.) visando minimizar a probabilidade de erro.

3. o que é amigabilidade?

Amigabilidade está baseada em características de um tipo especial de relacionamento humano, a amizade.

4. como proceder para adicionar som a uma página web se Se houver algum tema musical associado ao assunto?

Como regra geral, não emita nenhum sinal sonoro em sua aplicação. Um bipizinho aqui, um cliquezinho lá, outro somzinho aculá, e sua aplicação corre o risco de ser candidata, com altas chances, a figurar no Livro Guinness na categoria Aplicação mais "aborrecente" do mundo.

5. Quem tem mais deficiência de percepção de cores, os homens ou as mulheres?

Esta deficiência atinge, principalmente, a população masculina, por possuir somente um cromossomo X. Já nas mulheres é necessário que ambos cromossomos X estejam defeituosos para serem afetadas, o que reduz a incidência neste grupo.

6. Uma aplicação com um alto grau de usabilidade, é "bonita"?

Não necessariamente, até pelo fato que ou adjetivo "bonito" tem significado divergentes em diferentes culturas. Mas sem dúvida uma aplicação esteticamente agradável torna o primeiro contato do usuário aplicação mais fácil, e provavelmente contribua para que a tarefa seja realizada com maior prazer. Mas estética SEM usabilidade certamente é insuficiente: a frustração gerada pela dificuldade na utilização do sistema contribuirá para uma avaliação geral negativa.


7. Como usar a usabilidade para Como melhorar a apresentação de dados ao usuário?

A apresentação de dados deve satisfazer a necessidade de informações do usuário. Não deve haver qualquer relação entre o "layout" de apresentação e o método de armazenamento ou manipulação de dados. Para chegar a uma apresentação satisfatória é essencial, portanto, efetuar uma análise da necessidade de informação dos usuários, que leve em consideração:

  • Quais os itens de dados que o usuário deseja visualizar?
  • Quais destes são fundamentais à identificação de sua necessidade de informação e quais complementares?
  • Há elementos decisórios fundamentais ?
  • Há alguma caracterização de homogeneidade (ex: idade, sexo, etc) na audiência?

8. Quais são as dicas para Como construir mensagens de erro eficientes e efetivas?

A qualidade da mensagem exibida ao usuário determinará o grau de compreensão do problema e rapidez de sua solução. A prática das orientações detalhadas a seguir maximizará a qualidade da mensagem e sua compreensão.

  • Seja objetivo porém cortês. Não agrida o usuário nem sua capacidade intelectual. Mensagens do tipo “Você cometeu um erro.” jamais devem ser empregadas.
  • Em Português, por favor !

Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error 80040e31
[Microsoft] [ODBC SQL Server Driver] Timeout expired
/solicitacaoConsulta.asp, line 18

Um profissional da área de informática pode deduzir que o SQL Server, acessado através de um driver ODBC, deu timeout (isto é, não completou a tarefa no tempo máximo permitido). Poucos, além do programador da aplicação , conseguirão compreender qual a causa do problema, e muito menos tentar uma solução. Para o leigo, além de absolutamente incompreensível, a mensagem acima pode parecer intimidatória (“será que eu fiz alguma besteira?”) e até causar um sentimento de inferioridade pelo fato de desconhecer a lingua inglesa (“eu deveria ter estudado inglês para me meter neste negócio da Internet”, como já ouvimos dizer) . Somente apresente mensagens em português, com termos conhecidos pelo usuário.

“Sua solicitação de consulta é complexa demais para ser atendida pelo sistema. Por favor forneça um critério mais simples evitando termos comuns”.

  • Evite construir frases com a estrutura negativo-negativo:

“A Altura Mínima não pode ser menor que 1 metro”

Utilize linguagem positiva, evitando o uso do “não”:

“A Altura Mínima tem de ser maior que 1 metro”

  • Seja objetivo, informando exatamente qual é o motivo da interrupção no fluxo transacional. A mensagem “Senha inválida” não revela qual o motivo da rejeição, deixando ao usuário o ônus de descobrir quais as regras de validação do sistema.

As mensagens descritas a seguir são alternativas aconselháveis:

“Sua senha contém pelo menos um caractere inaceitável ("F"). Digite somente números.”
“A senha que você digitou contém 5 caracteres. Para sua segurança, o sistema exige uma senha de, no mínimo, 6 caracteres. Digite novamente”
“Não é permitido cadastrar no novo cartão a mesma senha que o cartão anterior. Informe uma senha diferente.”

  • Identifique o campo cujo conteúdo é conflitante. A mensagem “Campo obrigatório”, utilizada para informar o usuário que um campo que requer um conteúdo está vazio, é inadequada. Primeiro porque não diz qual é o campo em questão, deixando ao usuário o ônus de percorrer a tela e verificar quais dos campos obrigatórios estão em branco, e segundo porque não é suficientemente clara para que qualquer usuário a entenda: o problema real –a falta de conteúdo do campo- não é mencionado na mensagem. Neste caso uma mensagem apropriada seria, por exemplo, “Por favor informe seu endereço de correspondência”.

  • Forneça instruções quanto às ações possíveis para contornar o problema. A mensagem “Não é possível imprimir o documento” é muito clara quanto à conseqüência do problema, mas deixa o usuário impotente, tentando adivinhar quais os motivos pelos quais o documento não pode ser impresso. Além de explicar o porque do problema, sugira ações para contorna-lo:

A memória disponível é insuficiente para imprimir o documento. Encerre algumas aplicações e tente novamente.

A impressora está desconectada ou desligada. Verifique e tente novamente

  • Forneça na mensagem de erro todas as informações necessárias à solução do problema:

“Contate nossa Central de Atendimento e informe o código IL01.LOG.254.SI53”

Poucos usuários conseguirão lembrar esse código misterioso até achar, provavelmente no Mapa do site, como contatar a Central de Atendimento. O correto seria:

“Ocorreu um erro imprevisto. Contate nossa Central de Atendimento (telefone 9999-9999 se você estiver em São Paulo, ou 0800-999999 de qualquer outra parte do Brasil) e informe o código IL01.LOG.254.SI53”

Esta mensagem acima não requer o uso de uma memória auxiliar (lápis e papel) nem navegação adicional para procurar informação relevante (como contatar a Central de Atendimento).

  • Somente informe os dados necessários à compreensão e solução do problema. Observa a mensagem de erro da transação de transferência eletrônica do site de um grande banco brasileiro:

O que quer dizer o código G383-527? O que se supõe que deva fazer com esse código? Ligar para alguma central de inteligência e comunica-lo? Qual é o limite mínimo? (Até o momento, em nenhuma página do site conseguimos a resposta à pergunta). E, por último, o título da janela ("Mensagem de erro") é totalmente desaconselhável.

Alternativas:

1. Evite o erro! Forneça, na tela onde é feita a transação, todas as informações possíveis para o bom funcionamento da mesma (ex: "O limite mínimo para esta transação é de R$ 250,00").

2. Esclareça! Forneça uma mensagem adequada. Exemplo:

O valor a ser transferido (R$ 125,00) é inferior ao mínimo exigido por esta transação (R$ 250,00). Por favor tente novamente com um valor adequado.
  • A mensagem de erro tem de ter relação direta com o problema constatado. Um grande portal oferece a possibilidade de, ao esquecer sua senha, envia-la ao endereço de e-mail que você digitou. Certa vez, ao usarmos esta facilidade, obtivemos como resposta:

Não foi possível enviar o e-mail. Por favor tente mais tarde

Como assumimos tratar-se de um problema temporário de indisponibilidade do servidor de mensagens, tentamos posteriormente em duas oportunidades. Ao persistir o problema, suspeitamos que havia algo errado. Ao entrarmos em contato com o help desk, descobrimos que o endereço de e-mail que estávamos informando não tinha sido cadastrado no portal; tínhamos utilizado um endereço de e-mail alternativo. Jamais, a partir da mensagem acima, seria possível suspeitar qual era o problema, e a alternativa de solução apresentada (tente mais tarde) nunca ia funcionar. Neste caso a mensagem adequada seria:

“O endereço de e-mail informado não consta em nosso cadastro. Verifique e tente novamente.”

Apresentação da mensagem

Além de construir uma mensagem de erro efetiva e eficiente, a correta apresentação da mesma é fundamental para garantir máxima compreensão.

  • Atributos como negrito e itálico podem ser usados para aumentar a legibilidade da mensagem:

“A Altura Mínima tem de ser maior que 1 metro

“O identificador joel2002 já foi reservado. Escolha um outro identificador”.

  • Evite mensagens em maiúsculo. “A utilização exclusiva de maiúsculos reduz a velocidade de leitura de 14 a 20 por cento” ( Making Your Site More Usable”, James R. Dukart)

  • Apresente a mensagem na mesma tela que contém os dados inválidos, preferivelmente nas proximidades do campo com problemas, Evite substituir a tela que contém o campo conflitante por outra onde é exibida a mensagem de erro; o usuário pode precisar do contexto para compreender o motivo do problema.
    Ao apresentar a mensagem de erro, posicione o cursor no campo que apresentou problemas, facilitando a digitação do novo conteúdo.
  • Não limpe o conteúdo da tela após a constatação de um erro. O conteúdo de todos os campos, inclusive daqueles com problema, deve ser conservado.
    Se os dados são transcritos por um profissional (digitador) a partir de um documento, ou o usuário é experiente como para digitar sem olhar para a tela, emita um discreto sinal sonoro para avisar da existência do erro.

9. O que são e quais são, Segundo Normam, os tipos de ícones que existem?

Um ícone é um símbolo gráfico cuja visualização recupera, da memória de curto ou longo prazo, lembranças relacionadas a vários fatores: perigos, alertas, opções, ações, etc.

Examplo de ícone

Examplo de ícone

Examplo de ícone

Exemplos de ícones

Os ícones tem sido amplamente utilizados em diversos setores: na sinalização automobilística, na contracapa de listas telefônicas, em veículos de transporte de carga, etc. Possuem a vantagem, ainda, que podem ser facilmente interpretados por pessoas não alfabetizadas, o que em países em via de desenvolvimento com altos índices de analfabetismo representa uma característica altamente desejável.

Mas para serem compreendidos, e obter o efeito pretendido, um ícone deve estar associado a elementos conhecidos no contexto sócio-cultural do usuário.

Provavelmente o ícone acima lembre ao leitor o controle de um aparelho de som, ou de vídeo, ou de um DVD. Mas para um morador de um vilarejo perdido dos Andes, por exemplo, onde não há energia elétrica e as condições sócio-econômicas são muito ruins, nada vai significar.

Tipos de ícones

Segundo Norman, há três tipos de ícones:

Teclado

Os que representam os objetos que serão manipulados
Classificar Os que representam as operações ou os operadores

Clip

Os que representam operadores atuando sobre objetos

Os ícones podem também representar símbolos de aparelhos existentes na vida real cuja função é similar à da aplicação.

Relógio Relógio

Efetividade

A efetividade de um ícone depende da habilidade do usuário em reconhecer o que o ícone representa e associa-lo ao comando que será invocado. Quanto menor for o tempo de resposta, maior será a efetividade do ícone.

Segundo Norman, ícones altamente convencionais, concretos, que representam objetos e ações são mais efetivos que àqueles que se referem a analogias ou abstrações.

Ícone convencional

Ícone abstrato

Ícone convencional, concreto, de alta efetividade

Ícone abstrato, de significado confuso.Contato? Telepatia? Qual o significado?

A efetividade de um ícone pode ser incrementada com texto (desde que breve e preciso). Exemplo:

Bateria Fraca

Outra alternativa para incrementar a efetividade de um ícone é oferecer, ao deter ou passar o cursor do mouse por cima do ícone, uma breve mensagem que esclareça a função que será iniciada ao clica-lo (exemplo à direita). Entretanto, é imprescindível que o usuário conheça a finalidade da função associada.



10. Quais são as vantagens e desvantagens da utilização de ícones no projeto do diálogo com o usuário?

Vantagens

Há várias vantagens associadas à utilização de ícones no projeto do diálogo com o usuário.

  • Um ícone, desde que corretamente projetado, dispensa leitura, análise, reconhecimento ou tradução.
  • É compreensível até por pessoas não alfabetizadas
  • É compreendido rapidamente: “Estudos na compreensão de sinalização rodoviária demonstram que um ícone pode ser reconhecido ao dobro de distância e na metade do tempo que um sinal escrito”
  • Contribui à facilidade de (re)aprendizado
  • Projetados adequadamente, contribuem à optimização de espaço na tela

Desvantagens

  • Complexidade de criação (mas há extensas bibliotecas com ícones já prontos)
  • Poluição visual, desde que usados sem critério
  • Espaço (quanto mais ícones, menos espaço para a área de trabalho do usuário)

terça-feira, 4 de setembro de 2007


Exercicio - 002 - 2007.2 - IHC


01 – Qual o foco do estudo da IHC ?

O estudo do desenvolvimento de IHC envolve diversos fatores, entre eles os mais importantes: tecnológicos, que tratam da lógica de funcionamento dos sistemas; e psicológicos, relacionados com a sua lógica de utilização

02 – Pesquise e descubra quais são os principais pesquisadores de IHC no Brasil e no Ceará.

Abraham Rabelo, Professor
Universidade de Santa Cruz do Sul, Informática

Adriana Holtz Betiol, Professora

PUC-PR

Adriano Heis, Professor Universitário
UNIPAR - Universidade Paranaense, Sistemas de Informãção

Afonso Inácio Orth, Professor
PUCRS

Albert Schilling Gomes, Pesquisador
UNIFOR, LUQS - Laboratório de Usabilidade e Qualidade de Software

Alex Fernando Teixeira Primo, Professor Adjunto de Comunicação Social
UFRGS, Comunicação Social

Alex Sandro Gomes, Professor
UFPE, Centro de Informática

Alexandre Mesquita Gomes, Professor Universitário
UNIP - Brasília, Dept. de Computação

Alexandre Moeckel, Engenheiro - pesquisador
CEFET-PR, Programa de Pós-Graduação em Tecnologia - PPGTE

Alfredo Sanchez, Professor
Universidad de las Américas Puebla, México

Alzirene de Jesus Souza, Professora
UNIR - União de Escolas Superiores de Rondonopolis

Ana Maria Nicolaci-da-Costa, Professora
PUC-Rio, Departamento de Psicologia

Ana Paula Canal, Professora
Centro Universitário Franciscano - Unifra, Área de Ciências Naturais e Tecnológicas

André Luís Alice Raabe, Professor
Univali - Universidade do Vale do Itajaí - SC

Andréa da Silva Miranda, Pesquisadora
Instituto Virtual de Estudos Avançados (VIAS) e Universidade Federal de santa Ca, Laboratório de Acessibilidade Digital (LADI/VIAS) e Laboratório de Experimentação

Andréia Ana Bernardini, Professora
ESUCRI - Escola Superior de Criciúma/SC, Coordenação de Sistemas de Informação

Angelina Vitorino de Souza Melaré, Professora
IMAPES, AES, AEI, Ensino

Anselmo Luiz Pedrangelo, Professor
Unipar, Sistemas de Informação

Antonio Carlos dos Santos, Professor
UFSCar

Antônio Tibúrcio de Oliveira Júnior, Professor
Universidade Vale do Rio Verde - Unincor, INCOA

Aparecida Emilia da Silva, Professora de Informática
CAEL, Ensino Fundamental

Bernardo Lula Júnior, Professor
UFPB, Departamento de Sistemas de Computação

Carla Gonçalves Pelissoni, Professora
PUC-Campinas, CEATEC

Carlos Alberto Vilar, Professor do curso de graduação em administração
Faculdade dos Guararapes, Administração

Carlos Jose Maria Olguin, Professor
UEM - Universidade Estadual de Maringá, DIN

Carmem R. Mala, Diretora Dep. Tecn.
Universidade Anhembi Morumbi

Cecilia Kremer Vieira da Cunha, Pesquisadora
TeCGraf / PUC-Rio, Informática

Clarisse Sieckenius de Souza, Professora Associada
PUC-Rio, Departamento de Informática

Claudia Heidemann, Professora
FAP, Informática

Claudia Heidemann de Santana, Professora Universitária
FAP - Faculdade de Apucarana

Claudio Pinhanez, Pesquisador
IBM Research, T.J. Watson Research Center, Pervasive Computing

Cristiano Roque Roland Portella, Professor universitário
PUC-Campinas, CEATEC

Cristina Dornellas Filipakis, professora universitária
Centro Universitário Luterano de Palmas - ULBRA, Sistemas de Informação

Daniel Alves, professor desempregado

Daniela Favaro Garrossini, pesquisadora
Universidade de Brasília, Engenharia Elétrica

Daniela Soares Cruzes, Pesquisadora
Faculdades Jorge Amado, Sistemas de Informação

Daniele Andres, Professora
ULBRA, Informática

Daniele Pinto Andres, Professora
ULBRA, Informática

Dante Alves Medeiros Filho, Professor
Universidade Estadual de Maringa, Informatica

David Falcão Barbosa, Pesquisador
Universidade de Fortaleza - UNIFOR, Laboratório de Usabilidade e Qualidade de Software

Dyjalma Antonio Bassoli, Coord. Geral de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão
Centro Universitário Claretiano, Pós-Graduação e Pesquisa

Edina Domingues, Professora e Pesquisadora
UNICSUL e PUC/SP

Edson Silva, professor
Universidade Norte do Paraná, Artes visuais

Eduardo Filgueiras Damasceno, Professor
Universidade de Rio Verde -GO, Ciência da Computação

Eliseu Soares Reis, Professor
Faculdade Pereira de Freitas, Sistemas de Informação

Elizabeth Furtado, Professora
UNIFOR

Elton José da Silva, Professor
Universidade Federal de Ouro Preto, DECOM

Estefanio santos da, PROFESSOR
prefeitura municipal de caxias, educação

Eugênio Simão, Professor
UNOESC

Fabiano Fagundes, Professor
Centro Universitário Luterano de Palmas, Curso de Sistemas de Informação

FABIO PALHARES DOS SANTOS, PROFESSOR UNIVERSITARIO
ILES/ULBRA , COMPUTAÇÃO

Fábio Rocha Santos, Professor universitário e aluno de mestrado
Profissional: UNIUBE; Acadêmica: UNICAMP

Felipe Lopes da Cruz, Designer de Interfaces e Professor do Ensino Superior e Mestrando em Ciência da
Faculdade Brasília, Design de Interfaces

Fernando Takashi Itakura, Professor
Unicentro

Flávia Mendes de Andrade e Peres, Professora Substituta - UFPE
Universidade Federal de Pernambuco, Departamento de Psicologia e Orientaçao Educacionais

Francisco A Garcia, Diretor Academico
Universidade Bandeirante de São Paulo, Faculdade de Sistemas de Informação

Fulvio Cristofoli, Professor
Universidade Metodista de São Paulo, FCA - FECC - FACET

Graziela Adriana Scalabrin de Sousa, professora
Secretaria de Educação do Distrito Federal, Matemática

Hamilcar Boing, Professor
Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina, NIS - Nucleo de Informatica e Sistemas

Heloísa Vieira da Rocha, Professora
UNICAMP, Instituto de Computação

Irla Bocianoski Rebelo, Professora
UNIEURO, Exatas

Isa Haro Martins, Professora
UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Isabela Gasparini, professor
UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina, Departamento de Computação

Jair Cavalcanti Leite, Professor
UFRN, DIMAP

Jansley Nobre Fonseca, Func. Público e Professor Universitário
TRE-CE e FIC, Informática

Jefferson de Oliveira Marinho, Professor de Informática
Colégio Catherine

Jesse James Matos Soares, Professor/Analista de Sistemas
FATEPI/SEFAZ, Sistemas de Informação / UNITEC

João Soares de Oliveira Neto, Professor universitário
Universidade Mackenzie, Faculdade de Computação e Informática

Jose Bezerra da Silva Filho, PROFESSOR
UNIVERSIDADE DE FORTALEZA (UNIFOR), COMPUTAÇÃO

José Oscar Fontanini de Carvalho, Professor
PUC-Campinas, Informática

José Roberto do Carmo Jr., pesquisador
Universidade de São Paulo, Lingüistica

Joselice Ferreira Lima, Professora
CEFET Januária, Informática

Joselice Ferreira Lima, Professora
CEFET Januária, Informática

Jucimar de Almeida Mendes, Professor
Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Informática

Juliana Salles
UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Ciência da Computação

Julio Guido Oliveira Militao, Professor Universitário
Universidade de Fortaleza, Centro de ciências de Tecnologia

Jurema L. F. Sampaio Ralha, Professora
UNIP - Universidade Paulista, Comunicação Social

Katia Adriana Alves Leite, Professora
Universidade Estadual de Montes Claros, Ciência da Computação

Leila Laís Gonçalves, Professora
Unesc - Universidade do Extremo Sul Catarinense, Ciência da Computação e Artes Visuais

Leland McCleary, Professor
USP, FLM / FFLCH

lilian c s ferreira, professora
universidade estacio de sá, informática

Lucia Filgueiras, professora
Escola Politécnica da USP, Engenharia de Computação e Sistemas Digitais

Luciana Martha Silveira, Professora
Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná - CEFET-PR, PPGTE - Programa de Pós-Graduação em Tecnologia

Luís Fernando Maximo, Professor
Universidade do Vale do Itajaí, Educação a Distância

Luiz Ernesto Merkle, Professor
Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR / Curitiba), Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) - PPGTE

Macilon Araújo Costa Neto, Professor
Universidade Federal do Acre, Matemática e Estatística

Marcelo Duduchi, Professor
Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza - CEETEPS, Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC

Marcelo Morandin, Professor
UEM - Universidade Estadual de Maringá

Marcelo S. Pimenta, Professor
UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Marcio Goes do Nascimento, Professor
UNAMA / CEFET PA, Informática

Marcio Goes do Nascimento, Professor
CEFET-PA / Unama, Informática

Márcio Oliveira Almeida, Pesquisador
UNIFACS - Universidade de Salvador

Marcus Vinicius Brandão Soares, Professor Universitário/Mestrando COPPE-UFRJ
Centro Universitário da Cidade

Maria Aparecida Machado Charao Correa, professora
escola municipal marlene vilarinho albuquerque, publico

Maria Cecília Calani Baranauskas, Professora
UNICAMP, Instituto de Computação

Maria das Mercês Soares Andrade, PROFESSORA DE HISTÓRIA
SECRETARI DE EDUCAÇÃO DO PIAUÍ

Maria Elizabeth Sucupira Furtado, Professora
Universidade de Fortaleza

Maria Gracinda Fileno de Oliveira Soares, Professora
Escola básica de Febo Moniz - Almeirim, Ministério sa educação

Maria Laura Martinez, professora
Universidade de São Paulo, Jornalismo e Editoração

Maria Suzana Marc Amoretti, Coordenadora do LEAD SEMIÓTICA: Pesquisa em Ciências Cognitivas e Semiótica

UFRGS, LEAD SEMIÓTICA

Maria Suzana Marc Amoretti, Coordenadora do LEAD: Laboratório de Educação à Distância: Pesquisa em Ciências
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Laboratório de EAD

Marine Terezinha da Silva Bello Flores, Estudante
Universite du Quebec a Montreal

Mauro Ferraz, Professor de informática
Microcamp Capivari, Treinamento

Maxwell Félix, Professor
ULBRA Porto Velho, Coordenação de Sistema de Informação

Milene Selbach Silveira, Aluna de Doutorado e Professora
PUC-Rio/PUCRS, Departamento de Informática/FACIN

Monica Inês dos Santos Pires, doutorado em ciências geodésicas: cartografia digital
UFPR, Ciências Geodésicas

Monica Resende, Professora Universitaria
Centro Universitario Sao Camilo, Comunicacao Social

Nilma Rodrigues Alves, Pesquisa
UFMG, Ciência da Computação

Nizi Morselli, professora
IBTA e FATEC Maua, Informatica

Nizi Voltareli Morselli, professora
ibta, cursos superior

Patrícia Beatriz de Macedo Vianna, Professora universitária
UNILASALLE, Ciência da Computação - Licenciatura

Patrícia Vilain, Professora
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina

Paulo Jeferson Pilar Araújo, Estudante
UFMA, LETRAS

Paulo Sergio Rodrigues Lima, Analista de Sistemas / Professor
ANATEL / UEPA (Univ Est. do Pará)

Rafael Laimer Bilibio, Webdesigner e Engenheiro de Software
Universidade de Passo Fundo, GEPES: Grupo de Pesquisa em Engenharia e Qualidade de Software

Raimundo Santos Moura, Professor
Universidade Federal do Piauí, Informática e Estatística

Raquel Oliveira Prates, Professora
UFMG

Renata Vieira, Professora
UNISINOS

Roberto Cabral de Mello Borges, Professor
UFRGS, Informática Aplicada

Roberto de Beauclair Seixas, Pesquisador
IMPA - Instituto de Matemática Pura e Aplicada

Roberto Vedoato, Professor
UDESC, DCC

Robson Santos, designer; professor universitário; doutorando em design
PUC-Rio, Artes e Design

Sandra Gavioli Puga, professora
IBTA, Graduação

Sérgio Roberto P. da Silva, Professor
UEM - Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Informática

Simone Diniz Junqueira Barbosa, Professora
PUC-Rio, Departamento de Informática

Simone Vasconcelos, Professor
CEFETCampos, Informática

Sonia Leila Fernandes Silva, tutor de um professor universitario
Univ. \"La Sapienza\" Roma . Facolta

Sônia Maquiné, Professora De Língua Portuguesa
Escola Superior Batista do Amazonas, Letras

Sonia Maria Mendes França, Coordenadora de Extensão Universitária
UNOPAR , Artes Visuais - Multimídia e Extensão

Suely Fragoso, Professora
UNISINOS, Centro de Ciências da Comunicação

Teresa Cristina Motta Gurgel, Professora e consultora de informática educativa
Faculdade Integrada do Ceará

Valdete da Macena, Professora e pesquisadora
SEE-MG e UNEB - Univ. do Estado da Bahia, Departamento de Educação e de Ciências

Valéria Machado da Costa, Professora Universitária
Faculdade de Filosofia de Campos, Departamento de Comunicação

Vera Vianna, Professora
Escola Superior de Propaganda e Marketing, Design e Comunicação Social

Vinícius Rodrigues Nunes, Professor
UDESC, DCC

Viviane Guimarães Ribeiro, professora universitária
Universidade de Mogi das Crizes

Vladimir Stolzenberg Torres, Docente e Pesquisador
Secretaria de Educação do RS, 1ª Coordenadoria Regional de Educação

Walter de Abreu Cybis, Professor
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Informática e Estatística

William Sade Júnior, Professor Universitário
Universidade Tuiuti do Paraná - UTP, FCHLA e FCSA

Wilton Filho, Professor
UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais, Informática

Yara Rondon Guasque Araujo, Professora
Universidade Estadual de Santa Catarina - UDESC, Centro de Artes - CEART




03 – Como um sistema rico em funcionalidade pode ficar subutilizado?

Um sistema rico de possibilidades (operações disponíveis) será subutilizado se não tiver uma interface usável. Referindo-se a interface usável, como aquela capaz de ligar o usuário ao sistema, o homem à máquina.

04 – Como surgiu a IHC ?

Tudo começou em 1986, quando o psicologo Donald Norman fez um estudo sobre a associação entre os processos mentais de planejamento e interpretação com a interação humanocomputador.

As pesquisas em IHC no Brasil, de acordo com a pesquisadora Clarisse Sieckenius de Souza, começaram na década de 90. Na informática, estes pesquisadores migraram para IHC das áreas de Inteligência Artificial e Engenharia de Software, principalmente. "Os primeiros grupos estabelecidos como grupos de IHC no Brasil foram os da PUC-Rio (SERG), Unicamp (COMUNIHC) e UFSC (LabIUtil). Os grupos foram os organizadores dos primeiros simpósios brasileiros de IHC e conseguiram que o Brasil fosse representado no SIGCHI (grupo de interesse de IHC da ACM) e no TC-13 (comitê técnico de IHC da IFIP)", conta a pesquisadora.


05 – Quais são os desafios da IHC ?

  • Como se manter atualizado com a constante evolução tecnológica?
  • Como desenhar a interface ideal de um software compatível com o uso efetivo de todo o potencial e funcionalidade das novas tecnologias? (Ex: aparelhos celulares, DVDs, câmeras digitais, etc.)

06 – Quais são os objetivos da IHC ?

  • Socialização da informação;
  • Aumentar a produtividade do trabalho;
  • Redução dos custos de manutenção e treinamento de software;
  • Melhorar a qualidade de vida do usuário.

07 – Qual a diferença entre utilidade e usabilidade de um software ?

Um software útil desempenha uma determinada função ou tarefa valorosa e esse algo pode ser de uso fácil, ou seja, ter boa usabilidade.

08 – Crie uma definição pessoal para o conceito de INTERFACE

Interface é o meio pelo qual se acessa as funcionalidades de um Software.


09 – O que são metáforas de interface ? Dê alguns exemplos

São expressões ou símbolos que utilizamos para ilustrar ou dar qualidade a algo. Os ícones
Ex.: Fulano é "limpeza", recortar/colar, a lixeira prá onde se transfere os arquivos "descartáveis", ampulheta do cursor do mouse ( simboliza que será consumido um certo período de tempo até que a funcionalidade do mouse se disponibilize)

10 – Quais são os 4 componentes da Interação Homem Máquina ?
  • O usuário
  • que tem que realizar uma tarefa específica
  • em um contexto específico
  • usando um sistema de computador.